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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O BLOG A PARTIR DE HOJE DIA 11/1/2011 ENTRA EM UMA NOVA FASE

O Blog : " Eco-solucoesambientais@blogspot.com " , foi idealizado para inicialmente ser um clipping , de assuntos jornalísticos de importância para o meio ambiente . Inicialmente a idéia erá postar notícias muito atualizadas , captadas de várias fontes , claro , todas com o devido crédito aos seus autores e as instuições ou empresas ao qual trabalhavam .
Mas a partir de hoje , dia 11/1/2011 todas as informações postadas neste blog , serão de autoria de : Marcos Pinto Ribeiro Soares . Espero que meus queridos leitores , não se decepecionem com as postagens e opiniões sobre o que está acontecendo no mundo , e quais as soluções ambientais que poderemos dispor , operar e desenvolver , para limparmos o planeta e evitarmos os piores cenários previstos com o aquecimento global . O Planeta Terra, está agonizando , temos que desenvolver e disponibilizar em prol da sobrevivência das próximas gerações no nosso planeta Terra , tecnologias limpas , baseadas na economia de baixo carbono . Temos que exterminar com os lixões , grandes emissores de gases metano , 23 vezes mais poluente do que o carbono e também as ETE - Estação de Tratamento de Esgoto - , que só fazem o tratamento de decantação dos resíduos , sem a captura do metano , para geração de nergia , capturando-os antes que cheguem a atmosfera . Precisamos aterrá-los os lixões , e capturarmos os seus gases nocivos a atmosfera para que passem a gerarem energia limpa . com a construção dos aterros sanitários , através de tecnologias disponível através de parceiros no mercado nacional e internaconal ,possam gerarem créditos de carbono ,para serem mensurados e quantificados por tonelada . Podem ser apresentados , através de projetos de captura do gás metano , como projeto de : MDL - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - ao Protocolo de Kyoto , através do desenvolvimento do : DCP - Documento de Concepão do Projeto - acompanhado do PIN - Plano Idea Note ; apresentado : Convenção Quadro do Clima da ONU ; para aprovação das RCEs - Redução Certificada de emissões ,que serão comercializadas , no mercado de crédito de carbono . Também há inumeras outras possibilidades de projetos de captação de gases de efeito estufa , (Suinocultura uma delas ) ,de gases que precisam e devem ser capturados , para que não continuem a provocar o aquecimento global .
A partir de hoje , as opiniões são de inteira responsabilidadae de minha pessoa , aceito com muito prazer comentários e sugestões de pauta ou postagens que venham a ser sugeridas .
O Redd - Redução de emissões por Degradação e Desmatamento - trataremos com a certeza de ser uma esperança de solução para os nossos problemas ambientais , mantendo a floresta em pé , recuperando áreas degradas ao longo dos anos pela ação devastadora da espécie humana . Desde já , agradeço a atencão recebida por todos , e vamos aos trabalhos ... Desculpem mas esqueci dentro de inúmeras outras coisas , o cada dia mais forte : mercado voluntário de redução de emissões de gases de efeito estufa ; ao qual daremos toda a atenção e importância merecida . Entre outras modalidades, apresentadas aos leitores .
Abraços do Marcos Soares

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

RECURSOS DA EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO SERÃO INVESTIDOS EM PROJETOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Fonte: Instituto CarbonoBrasil/MMA/MCT

Depois do anúncio do aumento de 57,8% das emissões brasileiras, o governo divulgou a criação do Fundo Clima, que irá captar dinheiro dos lucros do petróleo para financiar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas



Durante o período de 1990 e 2005, as emissões brasileiras de dióxido de carbono equivalente (CO2e) passaram de 1,4 gigatonelada para 2,192 gigatoneladas, um crescimento de 57,8%. Quem confirmou esse número foi o próprio ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, durante a reunião anual do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas nesta terça-feira (26).

O levantamento utilizou como diretriz técnica básica documentos elaborados pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Global do Clima (IPCC). Pela avaliação, o setor de Mudanças no Uso da Terra e Florestas foi responsável por 61% das emissões, seguido de Agricultura (19%), Energia (15%), Processos Industriais (3%) e Tratamento de Resíduos (2%).

Porém, o Fórum trouxe também boas notícias, como a estimativa para 2009 que afirma que o Brasil emitiu 1,775 gigatonelada de CO2e, 33% a menos que em 2005.

Na avaliação do governo, o novo quadro coloca o País em boas condições para cumprir o compromisso voluntário de redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) entre 36 e 39% em 2020. A proposta foi apresentada pelo Brasil na 15ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP15), realizada em Copenhague, na Dinamarca, em 2009.

Pioneirismo

Mas a grande notícia do Fórum foi mesmo a assinatura pelo presidente Lula do decreto que regulamenta o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC ou Fundo Clima), o primeiro no mundo a utilizar recursos oriundos da participação especial dos lucros da cadeia produtiva do petróleo para financiar ações de combate às mudanças climáticas e seus efeitos.

A partir de agora, o Comitê Gestor do Fundo - instituído pelo decreto e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, composto por representantes governamentais, comunidade científica, empresários, trabalhadores e organizações não governamentais - terá condições de administrar, acompanhar e avaliar a aplicação dos recursos em projetos, estudos e empreendimentos de mitigação e adaptação.

"O Ministério do Meio Ambiente está consciente do papel estratégico que esse Fundo desempenhará na promoção do modelo de desenvolvimento sustentável de baixo carbono que consolidará o Brasil numa grande potência do século 21", enfatizou o ministro interino do Meio Ambiente José Machado.

O Fundo Clima deverá apoiar atividades voltadas para o combate à desertificação, à adaptação à mudança do clima, ações de educação e capacitação, projetos de REDD+, desenvolvimento de inclusão de tecnologias, formulação de políticas públicas, apoio a cadeias produtivas sustentáveis, pagamento por serviços ambientais, entre outras atividades.

Para 2011, o Comitê dispõe de um orçamento de R$226 milhões, sendo R$ 200 milhões reembolsáveis para empréstimos e financiamentos voltados para a área produtiva, cujo agente financeiro será o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os outros R$ 26 milhões serão administrados pelo MMA para investir em projetos de pesquisa, mobilização e avaliações de impacto das mudanças do clima, podendo ser repassados para estados e municípios por meio de convênios e termos de cooperação.

Trata-se do orçamento inicial, podendo o Fundo ainda receber recursos de outras fontes, inclusive doações internacionais, que venham a ser estabelecidos no âmbito da Convenção do Clima.

"A operacionalização do Fundo Clima será mais uma grande conquista do Brasil a se juntar a tantas outras no combate às mudanças do clima, das quais a queda consistente e radical das taxas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado”, disse Machado.

COP 16

A reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas ainda abordou as estratégias do Brasil para a 16ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP16), que se realizará de 29 de novembro a 10 de dezembro em Cancun, no México.

Com as novas ações, o Brasil pretende consolidar uma posição de liderança nas discussões de emissões de gases de efeito estufa no evento internacional. Na avaliação do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, não há o mesmo clima de expectativa de um acordo mundial como havia na COP15.

“As expectativas são modestas, sem grandes ambições. O Brasil chegará com uma posição moral elevada na COP16”, destacou Amorim, sustentando que o País já assumiu posição de vanguarda na COP15 ao ser o primeiro a apresentar uma proposta de redução das emissões.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS "TRANSFORMARÃO PROFUNDAMENTE O FUTURO DA HUMANIDADE

(AFP) – AGÊNCIA FRANCE PRESS

NOVA YORK — As mudanças climáticas "transformarão profundamente" o futuro e os riscos inerentes "exigem uma ação firme", destacou a organização da ONU em um relatório anual publicado nesta quinta-feira.

"As mudanças climáticas, por si só, são, sem dúvida, o fator que transformará mais profundamente o futuro, freando a progressão do desenvolvimento humano tal como a História nos desenha", alertou o documento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

"O consenso é claro: as mudanças climáticas estão ocorrendo e podem obstaculizar o desenvolvimento humano", acrescentou o Pnud, segundo o qual esta circunstância "é um importante desafio para a comunidade internacional".

"Confrontamo-nos com desafios consideráveis vinculados às reservas de água, à degradação do solo, a mudança do clima e ao desaparecimento generalizado da diversidade biológica", concluiu.

¨TUV RHEILAND FOCA EM CERTIFICAÇÕES DE PROJETOS DE MDL - MECANISMOS DE DESENVOLVIMENTO LIMPO -

TÜV Rheinland foca em certificações de projetos MDL e sustentabilidade industrial
Certificadora acredita que o crescimento da procura por eficiência energética industrial e a implementação de novas usinas elétricas de fontes renováveis deverão aquecer esses mercados.

Atenda às movimentações de empresas em busca de certificações que atestem suas boas práticas ambientais, a TÜV Rheinland do Brasil, subsidiária de um dos maiores grupos de certificação e inspeção mundiais, está ampliando a atuação com a realização de certificações ambientais para projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) e de sustentabilidade industrial, o que inclui pelo menos uma dezena de serviços diferentes.

“O crescimento da procura por eficiência energética, principalmente nos setores que agregam companhias energointensivas, bem como os últimos leilões do governo federal e os futuros de compra de energia nova de fontes renováveis, fez abrir um potencial de mercado significativo a ser explorado pela TÜV Rheinland no Brasil”, afirma a superintendente técnica de certificação da TÜV Rheinland, Regina Toscano.

Ela ressalta que “o País está vivenciando um cenário no qual as exigências para práticas ambientalmente corretas são cada vez mais fortes e economicamente viáveis, e a TÜV Rheinland se estruturou para atender esse potencial mercado nacional”. A principal atuação da empresa nessa área está relacionada aos serviços de sustentabilidade industrial, entre os quais a TÜV Rheinland oferece o Selo de Eficiência Energética Industrial.

Para a obtenção deste selo as empresas passam por rigorosa avaliação do consumo total de energia gerado nas diferentes etapas de seus processos industriais, da quantidade de energia utilizada por produto fabricado e da quantidade de energia que poderia ser economizada nestas etapas. A partir da equalização desses dados, a TÜV Rheinland pode desenvolver um projeto que resulte em processos mais eficientes e, consequentemente, preserve o meio ambiente.

A TÜV Rheinland ainda auditora e verifica inventários de emissões atmosféricas, monitora essas emissões, realiza teste funcional (AST), calibração (QAL2) de instrumentos de medição de GEE (Gases do Efeito Estufa) e valida esses sistemas. Também mede e avalia odores e realiza o teste e a certificação de dispositivos de medição e monitoramento de emissões (Certificação QAL1).

“Dentro desse mix de ações está a realização do Carbon Footprint, estudo que levanta o total de emissões de GEE diretos e indiretos associados a uma cadeia de produção e baliza ações para minimizar as agressões contra a natureza”, explica o responsável pela área na TÜV Rheinland, Sebastián Rosales.

Por fim, a certificadora também valida projetos de MDL para geração de créditos de carbono, bem como aplica os conceitos de eficiência energética em muitas das usinas de geração elétrica por fonte renováveis, especialmente em sistemas de cogeração de eletricidade a biomassa.

Perfil- O Grupo TÜV Rheinland é um dos maiores em certificações no mundo. Fundada na Alemanha há mais de 130 anos, a organização tem uma trajetória marcada pela seriedade, profissionalismo e independência. Há cerca de 30 anos, iniciou seu processo de internacionalização, a partir da Europa. Desde então, a rede não parou de crescer. A marca TÜV Rheinland está presente em milhares de produtos ao redor do mundo, garantindo que são seguros para usuários e consumidores.

No Brasil, a empresa possui por volta de seis mil certificações ativas, atendendo a mais de 1.500 clientes dos mais diversos setores. É uma empresa acreditada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), do Ministério das Comunicações, e pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), tendo forte atuação junto aos setores de telecomunicações, tecnologia da informação, eletrodomésticos, máquinas, equipamentos de proteção individual, produtos médicos, produtos mecânicos de recreação e domésticos; produtos alimentícios, indústria automobilística e de autopeças e entretenimento, entre outros.

ESPECIALISTA EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS TÊM BAIXXA ESPECTATIVA SOBRE O RESULTADO DA COP 16

Especialistas em mudanças climáticas têm baixa expectativa sobre resultado da COP-16
04/11/2010 - Fonte: Agência Brasil


Representantes de vários países reúnem-se novamente no fim deste mês para mais uma rodada de negociações sobre ações para conter o aquecimento global. A partir do próximo dia 29, eles estarão em Cancun, no México, participando da 16ª Conferência sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (COP-16).

Na reunião, metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa estarão em pauta, mas, para os especialistas que participaram hoje (3) de um evento sobre mudanças climáticas promovido pela Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), as expectativas acerca de uma solução definitiva para o tema são baixas.

“Os países são realistas sobre o entendimento sobre as metas de redução de emissões. Então, não esperamos um acordo para o futuro em Cancun”, afirmou a especialista-chefe em mudanças climáticas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Maria Netto. Ela espera, entretanto, que pelo menos uma decisão sobre o financiamento das políticas para redução das emissões saia da conferência de Cancun.

O especialista em energia do Banco Mundial (Bird), Christophe de Gouvello, ratificou as declarações da representante do BID, mas é otimista quanto a uma definição, na conferência, sobre quanto o reflorestamento colabora com a redução do aquecimento global. “Sobre a remoção de carbono da atmosfera por meio de plantações florestais, se espera alguns avanços técnicos significativos”, disse.

Para a diretora de Sustentabilidade da BM&FBovespa, Sonia Favaretto, esse pessimismo em relação à COP-16 pode ser positiva. Segundo ela, na última edição da conferência, em Copenhague, a pressão por uma definição era muito grande e isso atrapalhou. “A expectativa um pouco mais baixa é bom”, afirmou ela. “Em Copenhague, as expectativas eram fora da realidade. Cancun chega de um forma mais racional e ponderada, e isso pode ser bom”, completou.

OBAMA CORTA GASTOS COM MEIO AMBIENTE

Barack Obama, na primeira conferência de imprensa após a derrota dos democratas nas eleições intercalares desta semana, entre outros assuntos, deixou cair a proposta para impor limites às emissões de CO2.

Conhecida por cap and trade (limitação e comércio), a proposta impunha limites às emissões de CO2 e oferecia incentivos económicos para a redução das emissões em fábricas de electricidade, carros e outras fontes.

O presidente acrescentou que procurará outros meios para enfrentar a questão do aquecimento global que não tragam prejuízo à economia dos Estados Unidos.

A Câmara dos Representantes, quando ainda era dominada por uma maioria democrata ¿ o que deixou de acontecer esta semana ¿ aprovou esta proposta, mas no Senado, alguns senadores democratas uniram-se à oposição republicana, e bloquearam quaisquer avanços.

Os republicanos apelidaram a proposta de cap and tax (limitação e impostos) porque elevaria o preço da energia.
Será esta a primeira de outras cedências de Obama aos republicanos?

BOLSA DO CLIMA DE CHICAGO ANUNCIA QUE PODE FECHAR AS PORTAS ATÉ O FIM DDE 2010

03/11/2010 - Autor: Fabiano Ávila - Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais

A Bolsa do Clima de Chicago corre o risco de não existir mais a partir do ano que vem pela falta de apoio governamental, porém um novo esquema de comércio de carbono deve unir 11 estados liderados pela Califórnia já em 2012




As principais empresas participantes da Bolsa do Clima de Chicago (Chicago Climate Exchange - CCX), único mercado nacional de comércio de carbono dos Estados Unidos, comunicaram na última semana que não desejam mais participar das negociações.

“A grande maioria dos nossos parceiros afirmaram que não tem mais interesse em realizar negociações voluntárias, pois não recebem nenhum tipo de apoio da atual administração”, explicou Jeff Sprecher, presidente executivo da InternationalExchange e proprietário da CCX.

A bolsa opera desde 2003 um esquema voluntário de créditos de carbono, mas com força legal, para ajudar as empresas norte-americanas a atingirem suas próprias metas. O modelo atraiu gigantes como Ford, IBM e Intel.

Ao todo a CCX possui 450 membros, de indústrias a universidades, e ajudou a evitar as emissões de mais de 700 milhões de toneladas métricas de CO2, o equivalente a tirar 140 milhões de carros das ruas por ano.

Todo o esquema funcionava com a promessa de que o governo norte-americano em algum momento aprovaria uma lei climática que limitasse as emissões de gases do efeito estufa no país.

Mas a estagnação dessa proposta há meses no Senado fez com que as empresas resolvessem que não há mais porque gastar suas energias nesse tipo de iniciativa.

Republicanos

Se o projeto de lei climática já encontrava oposição em um congresso com a maioria democrata, agora, com a vitória dos republicanos nas eleições desta terça-feira, ele deve ficar cada vez mais distante da realidade.

Com alguns poucos resultados ainda a serem divulgados, os republicanos ganharam pelo menos 57 cadeiras na Câmara, o que lhes dá um total de 239 contras as 183 dos democratas.

Os republicanos foram eleitos basicamente com a promessa de cortar gastos para combater a crise financeira. Além disso, muitos do chamado “Tea party”, grupo conservador dentro do partido republicano que se consolidou como uma força política nos EUA, chegam a afirmar que as mudanças climáticas são uma fraude.

Diante disso, questões ambientais e climáticas devem sair do foco e deixar de serem prioridades do governo.

“As pessoas mandaram um claro sinal para o presidente de que está na hora de mudar de curso. Temos que reduzir gastos e usar os recursos apenas em problemas prioritários”, afirmou o deputado republicano John Boehner.

Iniciativas locais

As esperanças dos Estados Unidos terem uma postura mais pró-ativa com relação às emissões recaem agora sobre os estados.

Apesar da necessidade de uma reforma abrangente, os dez estados participantes da Regional Greenhouse Gas Initiative (RGGI) devem continuar com o esquema que já acumulou US$ 730 milhões em permissões negociadas desde 2009.

A Califórnia também anunciou o plano de criar um esquema a partir de 2012 do qual participariam outros 11 estados e províncias canadenses, o Western Climate Initiative (WCI).

Mas devido à crise econômica, uma opção foi dada aos eleitores californianos para que escolhessem se adiavam ou não a proposta. Os californianos decidiram que não podem mais esperar pelo governo federal e deram luz verde para que a iniciativa avance.

Dependendo do preço e liquidez das permissões, o WCI poderá estar valendo entre US$10 bilhões a US$ 30 bilhões em 2015,.

O possível passo atrás do governo federal norte-americano deve influenciar negativamente a Conferência do Clima de Cancún (COP 16) que começa no fim do mês. Mas para a consultoria Point Carbon, a decisão da Califórnia vai ajudar a equilibrar a questão.

“A importância simbólica do apoio dos californianos não pode ser desconsiderada. Se o estado tivesse votado pelo adiamento do esquema, os negociadores norte-americanos em Cancún teriam muito pouco o que mostrar. Além disso, a criação do WCI pode ajudar a colocar as ferramentas de mercado de volta às prioridades do governo federal”, concluiu Emilie Mazzacurati, chefe de pesquisas em carbono para a América do Norte da Point Carbon.